Cinema,
Por: 13 de julho de 2014

O Espelho (Oculus) – Crítica

Nome: O Espelho (OCULUS)
Lançamento: 3 de Julho de 2014

Dirigido por: Mike Flanagan
Distribuidora: Playarte
Artistas: Karen Gilan, Brenton Thwaites, Katee Sackhoff, Rory Cochrane, Annalise Basso, Garrett Ryan

Classificação:
Varios Bits: ★ ★ ★ ★ ☆4,0:
-Enredo: 5,0
-Envolvimento: 5,0
-Efeitos Especiais: 3,5
-Produção: 4,0

Outras Classificações:
Adoro Cinema:  ★ ★ ★ ★☆ 4,0
Imprensa: ★ ★ ★☆☆ 3,2

OCULUS
Sinopse:
Após anos, Tim (Brenton Thwaites) sai da clinica de reabilitação psiquiátrica em que ficou internado depois da morte misteriosa de seus pais. Ele encontra com sua irmã Kaylie (Karen Gilan), e descobre que ela planeja destruir o que eles acreditam ser a causa de todo o mal causado à sua família: um antigo espelho. Porém, eles vão descobrir que não vai ser tão simples, quando não se pode controlar a própria mente.

Os irmãos, Tim e Kaylie.

Crítica:
Desde Atividade Paranormal (coincidentemente é do mesmo produtor) minha impressão é que o cinema carecia de uma nova formula para se elaborar bons filmes de terror. Os formatos estavam praticamente pré-moldados e os sustos eram a maior arma dos roteiristas e diretores que apostavam neste gênero.
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Obviamente, o susto é o ponto chave de se assistir um filme deste tipo, não esperar pelo que acontece e ser surpreendido é o que define uma das melhores sensações do ser humano. Porém, um grande elemento foi deixado de lado nos últimos longas das telinhas: o enredo, a trama, a história por traz da sequência, elemento este que te faz não apenas embarcar em um mundo de horror, mas prender os olhos na tela e tentar adivinhar “O que pode acontecer agora?”.

Assisti “O Espelho” (Oculus na versão original) como uma segunda alternativa (já que o filme que eu queria assistir no cinema estava com as seções esgotadas), sem muitas expectativas. Já vi diversos filmes do gênero e esperava apenas mais alguns sustos causados por faces assustadoras e barulhos altos inesperados. Felizmente eu fui surpreendido, e como fui.

A história é rica e diferente do proposto ordinariamente por aí. E mais do que um gênero de terror, eu classificaria “O Espelho” como primariamente um filme de suspense. Com uma trama complexa o suficiente para te fazer desencostar da poltrona confortável do cinema e apoiar a cabeça sobre as mãos. O jogo psicológico é intenso e te faz buscar por respostas. Em certo momento você se vê perdido na trama e já não sabe interpretar bem as movimentações dos personagens, tudo isso somado a cenas de terror puras e sinistras.

“O Espelho”, sem dúvida alguma, é a minha grande dica do mês para quem curte um bom filme de terror.

Trailer:

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O Autor

Daniel Vurska

Daniel Vurska

Apaixonado pelas Artes e por Cinema, completamente focado nos objetivos e cercado por informações por todos os lados. This is Moi, Menschen!